Autor: Dora Russel
Beta: Perséfonne Moon.
Classificação: NC-17 (
Gênero: Romance
Resumo: Dora precisa revelar algo para Severus...
Agradecimentos: Agradeço a todas as meninas da Comunidade, principalmente a minha beta/amiga, Perséfonne Moon, A Anne, à Fênix que me inspirou muito, e é claro, ao Severus, que acima de todos, é o meu maior Inspirador.
Disclaimer: Todos os nomes e personagens que você consegue reconhecer são da tia Jô, os outros são meus.
Spoilers: Universo Alternativo
Para o 2º Chall MFSS:
Itens: Flores, Frutas e Mel
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Capitulo Único.
Nada melhor do que acordar com os passarinhos cantando, com a aurora chegando e com o homem da sua vida ao seu lado.
Devagar ela levantou, tentando fazer pouco barulho. Afinal, Severus merecia um bom descanso porque, como ele mesmo dizia, seus famosos “cabeças-ocas” o estavam enlouquecendo! E ela que achava que quem sofria mais na época dos N.I.E.s eram os alunos...
Desceu para preparar o café. Queria acordá-lo com um magnífico café da manhã.
Preparou um lindo café e decidiu levar para ele na cama, afinal, de vez em quando era sempre bom inovar.
Em uma semana comemorariam seis anos do final da guerra, tudo estava em paz. Para completar a felicidade deles, agora ela estava grávida de uma menina, Sophia Russel Snape.
Era felicidade de mais, e, há uma semana, ela descobrira que não seria só Sophia, mais que também tinha um menino que esta se “escondendo”, como Poppy havia dito; era tudo maravilhoso! Gêmeos!
Ela iria contar isso para ele hoje e decidir também o nome do pequerrucho que adorava chutar a sua barriga.
Aos poucos ela enfeitou toda a bandeja que levaria para Severus. Havia pães, geleia de morango, mel, uma caneca de café puro - era assim que ele preferia. Havia também algumas frutas, que na verdade eram mais para ela do que para ele.
Havia um pequeno vazo com uma flor que ela amava: Copo de Leite.
Subiu as escadas. E quando terminou de fazê-lo, percebeu um barulho estranho. Severus estava acordando. Apertou o passo e entrou no quarto bem na hora em que ele abria os olhos.
- Bom dia meu amor!- disse toda harmoniosa colocando a bandeja na beira da cama. Em seguida sentou-se perto dele, beijando-o em seguida.
- Bom dia Dora, tudo bem?- Ele perguntou ainda meio sonolento.
- Tudo querido. – disse indo pegar a bandeja, toda sorrisos - Olha o que eu preparei para você. – ela disse. Esperou ele sentar-se na cama e colocou a bandeja apoiada nele.
- Dora, não devia ter feito isso, não pode ficar fazendo esforços e... - Mais ele foi calado por dois dedos macios e pela voz mais aveludada que ele já tivera a bênção de ouvir:
- Shhhhh, você merece, e isso não me custou nada!- E depois disso ela aproximou-se e o beijou. Um beijo casto de inicio, mas, como sempre acabava acontecendo: o beijo ficava mais necessitado, como se isso fosse o ar deles.
Ele a puxou pelo pescoço e invadiu sua boca com extrema delicadeza, sempre cuidadoso com ela e com a sua pequena Sophia. Mas, ela queria mais, ela sempre quer mais, e ele, como sempre, nunca conseguia negar.
Com rapidez ele tirou a bandeja de cima de si e com certa volúpia, que há muito ele não usava, se pôs em cima dela, como se fosse montar. Começou com caricias leves com as mãos, beijou seu pescoço, sua orelha e mordeu. Ao fazer isso ganhou gemidos e suspiros, que aumentavam cada vez mais. O que só o deixava mais ousado.
Severus desceu seus lábios aos seios, mas não ficou muito tempo ali, pois o leite estava em abundância e era incomodo a ela.
Ele beijou a barriga e nesse momento a olhou, como se pedisse o seu consentimento; e a cena que viu o excitou cada vez mais: ela estava com os olhos semicerrados, os lábios entreabertos e vermelhos, de tanto mordê-los para tentar não emitir som algum (uma antiga mania dela), a respiração ofegante. Quando ela percebeu ser observada lhe olhou e sorriu, um dos seus mais lindos sorrisos. Ele tomou isso como consentimento dado.
Severus subiu e roubo-lhe um beijo digno de cinema, em seguida recomeçou o seu trabalho, bem mais devagar agora.
Ao chegar ao seu ponto mais íntimo, ele deu uma leve inspirada, o que arrepiou cada poro de seu corpo, enquanto ele a levava ao céu com movimentos carinhosos e voluptuosos. Enquanto mantinha dois dedos dentro dela, sua língua continuava incansavelmente a dar-lhe cada vez mais prazer.
Os gemidos incoerentes até que ela alcançou um dos seus mais maravilhosos orgasmos. Severus esperou a respiração dela acalmar-se e a beijou, mais calmamente agora. Deitou-se ao seu lado, e só então se lembrou do quão dolorosa estava a sua excitação, e ela pelo jeito também. Agora estava livrando-o da cueca e massageando bem lentamente toda a extensão do seu membro.
Ele percebeu que não duraria muito, então deitou-a de lado (essa era a posição mais confortável para Dora), e a penetrou vagarosamente. Como ele previa, não durou muito. Após algumas estocadas leve, despejou-se dentro dela com um suspiro, e mais um beijo foi dado.
Severus ficou alguns minutos apreciando esse momento, quanto ela pegou sua mão e levou ate a barriga dela, e a ouviu dizer:
- Sinta Sev, como eles estão felizes!- disse ela toda sorriso, enquanto ele a olhava sem entender nada.
- Como assim eles?
- Sophia e Marcos, os nossos pequerruchos!- disse ela, lhe sorrindo.
- Mais como... Quer dizer, são gêmeos?- disse ele com cara de bobo, e ela lhe sorriu enquanto ele levantava da cama e a fitava sorrindo e com lágrimas nos olhos.
Ele se sentou de novo e olhou-a, perguntando: - Tem certeza querida?
- Sim, Sev. Poppy descobriu essa semana e eu queria fazer uma surpresa para você. Eu acho Marcos um nome lindo, Marcos Snape!- agora quem estava chorando era ela, ele a abraçou e a beijou, então disse:
- Eu te amo Dora, e a vocês dois, meus filhos... - todo orgulhoso.
- Eu também te amo Sev!
Eles passaram o resto da manhã fazendo planos sobre o futuro. Acabaram a adormecer pensando no quão a vida era bela...
N/A: Espero que tenham gostado, pois eu amei....

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