As Meninas do Rock!:
Site da minha amiga Vamp, recomendo para vocês!
Secret Diary
sexta-feira, 23 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
DIA MUNDIAL DO ROCK!!!
Hei people, nossa, quanto tempo não posto né??
Enfim, tive uns probleminhas chatos aí, mais EU TO DE VOLTA!!!
E, apesar de saber que aqui eu mais falo sozinha do que outra coisa, fico feliz por postar essas coisasinuteis! *autora desabafando aqui* xD
Então peoples, hoje eu acordei era umas 9h30 da manhã, e, ao ligar a TV, na RECORD (olha a propaganda xP), tinha uns seres se achando os Beatles num programa que eu nem lembro o nome. Resumindo, quando eles disseram que era o DIA MUNDIAL DO ROCK, eu pirei, gritei, e coloquei Pearl Jeam, Metalica, Led Zeppelin, Iron Maiden e mais uma porrada de rocão velho e novo para tocar!
AUSHUAHSUAHSHAUSHA'
Nossa, teve um montão de gente me xingando, maisfoda-se, hoje é nosso dia, o dia dos ROQUEIROS, GÓTICOS, METALHEIROS, PUNKS, e por aí vai...
Enfim, eu sei que esse poste foi inútil, mais sei lá, me deu uma baita vontade de escrever!!!!
Espero que tenham gostado!
Bejokas!!!
Essas são algumas fotos que tenho e que realmente amo, mostrando que o rock nao tem idade, cor, classe social, apenas tem que ter boa letra e um bom solo de guitarra, é claro!!! xP
Enfim, tive uns probleminhas chatos aí, mais EU TO DE VOLTA!!!
E, apesar de saber que aqui eu mais falo sozinha do que outra coisa, fico feliz por postar essas coisas
Então peoples, hoje eu acordei era umas 9h30 da manhã, e, ao ligar a TV, na RECORD (
AUSHUAHSUAHSHAUSHA'
Nossa, teve um montão de gente me xingando, mais
Enfim, eu sei que esse poste foi inútil, mais sei lá, me deu uma baita vontade de escrever!!!!
Espero que tenham gostado!
Bejokas!!!
Essas são algumas fotos que tenho e que realmente amo, mostrando que o rock nao tem idade, cor, classe social, apenas tem que ter boa letra e um bom solo de guitarra, é claro!!! xP
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Aniversário da Anne!
Ahhhhhh Parabéns querida!
Hoje ta ficando mais velha, kkkkkkkkk
Espero que continue a ser essa pessoa maravilhosa que és, e que Deus a ilumine sempre muito e muito, pois hoje Ana, eu Aline, não sei realmente o que seria se você não estivesse sempre ao meu lado, me ajudando e apoiando!
*choralitros*
Agora vamos agitar né!
Então, fiquei sabendo que levou ovada, kkkkkkkkkkkk. Pena que eu não tava lá né!
Desejo-te muitos e muitos anos de vida, e muita PACIÊNCIA para me aguentar né amiga!
Bom é isso, hoje esse poste foi todo seu, e me desculpe por não ter-lhe dado um presente melhor, é que só fiquei sabendo agora *olha feio para Ana*, e enfim, espero que tenha gostado!
sábado, 12 de junho de 2010
[FIC] Lollipop
• Título: Lollipop
• Autor: Dora Russel
• Shipper:SS/PO
• Classificação:NC-17 (ou seja, contem cenas de sexo detalhado, cuidado)
• Resumo: Dora tem uma grande fetiche, que, nesses Dia dos Namorados, resolve realizar com seu amado!
• Disclaimer: Tudo da Titia Jô, os outros desconhecidos, são meus!
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Ele estava andando pelas ruas de Londres, sozinho.
Hoje era um dia como todos os outros para ele. Apesar de ser um dia importante para milhares de pessoas, para ele não era um dia tão importante assim. Era dia 12 de julho, dia dos Namorados. “Patético” – era o que lhe vinha na cabeça.
Era noite, deveria ser umas 10h00 ou 11h00, ele já não sabia, estava focado numa bela mulher que estava numa esquina escura. Era linda, estava com um sobretudo, e um chapéu coco, pretos os dois, só que no seu chapéu tinha algumas listras brancas verticais.
Ele estava ainda um pouco longe dela, o suficiente para não ser percebido. Parou e ficou a observá-la. Ela estava encostada na parede, com o chapéu lhe cobrindo os olhos, com uma das pernas apoiada na parede. Na opinião dele, era a pose mais sexy que ele já vira.
Percebeu que a rua estava vazia, sem nenhuma testemunha para o que se aconteceria ali.
Aos poucos, ele foi se aproximando dela, como um caçador atrás de sua presa.
Quando ele estava a alguns passos de distancia dela, ela percebeu sua presença e tirou levemente o chapéu da frente dos olhos, apenas para quem se aproximava.
Não teria palavras, ele a desejava, e teria ela a qualquer custo.
Chegou mais perto dela, e num movimento rápido, puxou seu punho e começou a andar, rapidamente. Ele a levou ate um beco escuro, sem saída, e isso era tudo o que ele precisava.
Ele parou, mais ainda sim não soltou seu punho, ao que ele sabia que ficaria marca, mais era isso que ele queria, marcá-la para faze-lá lembrar-se dessa noite, como a melhor.
Ele a olhou profundamente nos olhos, percebendo a maquiagem forte, que só realçava os olhos azuis, e o quão bela era quando o vento soprava-lha os cabelos pretos como a noite, lisos e lindos. Percebeu que ela estava ofegante, com os lábios vermelhos, levemente abertos e com a face rosada. Isso só o excitou ainda mais.
Ela, quando percebeu as intenções dele, deu o seu sorriso mais pervertido, mais safado que pode, e mordeu levemente seu lábio inferior, como que esperando uma reação do homem a sua frente.
Ele não se controlou com aquilo, ela queria mais, e ele simplesmente não poderia negar.
Num ato, que muitos diriam ate que bruto, ele a puxou com força para si, e tomou violentamente seus lábios carnudos.
Ela até tentou resistir, mas não conseguiu, pois uma língua hábil pedia passagem em sua boca, enquanto uma mão possessiva segurava-lhe o pescoço, algo que ela não podia resistir. Suas línguas se encontraram e não, elas não bailavam, elas lutavam por quer controlaria uma luta que se tornava incrivelmente gostosa.
Eles estavam ficando sem ar, então, num ato desesperado, Severus passou a beijar-lhe o pescoço, primeiro beijava e depois mordia, a enlouquecendo, e fazendo-a pedir por mais, isso porque a noite só tinha começado.
Ele a afastou um pouco, recebendo um suspiro de desaprovação, e com isso um sorriso pervertido apareceu em sua face. Ele deu apenas um único passo para trás, para conseguir tirar o sobretudo dela, que, na opinião dele, era pano de mais.
Quando ela percebeu suas intenções, se afastou dele, e começou a tirar sensualmente o sobretudo, mostrando sua bela lingerie. Era preta, com laços finos que prendiam do lado, e, quando acabou de se despir, sentiu o ar frio, e seu corpo se arrepiou todo, fazendo com que um suspiro longo escapasse da garganta de Severus.
Ele a tomou novamente para si, com um único puxão, fazendo um leve barulho quando os corpos se chocaram, a beijando novamente, e definitivamente quem controlava a situação agora era ele. Ele passava as mãos ages pelo corpo dela, numa caricia violenta e ao mesmo tempo carinhosa.
Ela começou com uma leve caricia nas costas dele, ao que logo desceu para a bunda, e num leve apertão ele gemeu em sua boca. Nessa hora ela sentiu que ele era dela, e não tinha mais como correr, nem se esconder. Estava tão excitada que chegava a doer. Queria senti-lo dentro de si, num movimento frenético, queria gozar junto com ele, e teria isso.
Severus ouviu os pensamentos dela, e interrompeu as caricias no pescoço, que estavam sendo direcionado aos seios, a olhou e disse:
- Diga isso, em voz alta. – disse ele roucamente, fazendo-a arrepiar-se
Ela sorriu-lhe maliciosa, já sabendo o que ele tinha feito, então, ela o puxou para bem perto, e enlaçou sua perna direita nele, sem deixar qualquer chance dele escapar, como se ele quisesse... Chegou perto de seu ouvido e disse algo, pela primeira vez na noite:
- Eu estou louca por você, quero sentir todo o seu “instrumento” – brincou ela – dentro de mim, quero gozar com você, quero ser sua puta essa noite. - terminou ela, com um sorriso cínico brincando nos lábios.
Ele gemeu com essa afirmação, e a apertou mais contra si, pegando-a rapidamente no colo e a levando para a parede mais próxima. Ele encostou-a brutalmente na parede, fazendo-a gemer de dor e de prazer, esse era o som mais maravilhoso para ele.
Ele olhou profundamente nos olhas dela, e o olhar sôfrego que viu foi tudo que precisava.
Desceu sua mão a um dos seios dela, e afastou o sutiã de renda preta para o lado. Desceu-a levemente de seu colo, e desceu o rosto, só para ficar na altura de seu seio, e ali ele a enlouqueceu totalmente. Ele intercalava entre mordidas, leves assopros e lambidas.
Ela gemia cada vez mais alto, até que não aguentou mais e disse, puxando a cabeça dele pelos cabelos, sem a menor delicadeza:
- Quero você, e tem que ser agora! – pediu ela desesperadamente, sem aguentar mais as torturas dele.
Ele lhe sorriu cinicamente e disse:
- Ainda não, quero ver você totalmente fora do controle. – e, dizendo isso, ele desceu uma mão ate seu baixo ventre, afastou brutalmente a calcinha minúscula que ela usava, e sem pedir permissão e nem nada, a penetrou com dois dedos. Ele fazia movimentos de vai e vem, e com seu polegar, massasseagava seus clitóris, que, à uma hora dessas, estava tão sensível que, a qualquer toque, ela já ia a mil de tanto prazer.
Ele via como ela fechava e abria os olhos, sentindo agora os seus três dedos dentro dela, via como seu rosto estava vermelho, e sentiu que agora era a hora. Seu pênis não agüentava mais de tanta pressão, e sentiu que não duraria muito mais.
Ele tirou seus dedos de lá, e quando ela abriu os olhos com um muxoxo de reclamação, ela o viu levando seus três dedos a boca, e lambendo-os de uma maneira incrivelmente sexy.
Ele sorveu ate não poder mais o liquido que estava em seus dedos, vendo o quanto isso mexeu com ela, começou a abrir o zíper de suas calças, mais foi interrompido por mãos habilidosas, que, pegando no seu pulso, inverteram a posição, e agora quem estava encurralado era ele.
Ela viu a expressão de susto no rosto dele, e disse cínica e roucamente para ele:
- Agora quem será torturado é você. – terminou ela, com a mão já dentro de sua cueca, massageando lenta e dolorosamente seu membro.
Ela viu o quão “duro” ele já estava, e se divertiu com a idéia que teve, e, num pensamente louco, resolveu colocá-lo em pratica, descendo as calças e a cueca dele ate os joelhos, dizendo:
- Agora você vai ser meu Lollipop! – disse ela rindo da cara de surpresa dele, e logo depois, com a aprovação que ele vez, apenas com um olhar.
Ela deu um leve selinho nele e disse:
- Você quer? – enquanto fazia o caminho ate a orelha dela, beijando, lambendo, mas não se esquecendo nunca de torturá-lo com um vai e vem de suas mãos em seu membro.
Ele deu um gemido em resposta.
- Não ouvi! – respondeu ela cinicamente, se vingando da tortura que ele lhe fizera passar, mais ao mesmo tempo, quase explodindo de prazer, assim como ele também deveria estar.
Ele a olhou e percebeu que não teria nada enquanto não pedisse, então, conformado com isso, ele disse:
- Eu sei o que você quer, quer me lamber que nem um pirulito, você adora isso, – disse ele cada palavra sem piscar e sem acabar com o contato visual entre eles – pois então eu sou todo seu. Pode me lamber como um Lollipop, eu sou seu pirulito agora. – terminou ele pegando os cabelos dela e puxando para um beijo violente, que durou pouco, mais tirou totalmente o fôlego de ambos.
Ela deu mais uma mordida no lábio inferior dele, e, não se aguentando mais, ela desceu e ficou de cocurutas, a posição mais confortável possível ali. Ela pegou o membro ereto dele, e mais ereto era realmente impossível, e com o seu belo sorriso pervertido, ela começou a lambê-lo, e fez dele como o seu Lollipop.
Ela lambia desde a pontinha ate o fim. Ficou muito tempo nisso, lambendo ele como se lambe um pirulito.
Ele gemia, pedia baixinho por mais, mas queria vê-la se divertindo com o “seu” pirulito. Ela estava cansada dessa brincadeira, e, num movimento rápido, colocou tudo o que conseguia na boca, fazendo movimentos de vai e vem como numa penetração.
Ela percebeu que ele não aguentaria por muito tempo, e começou a aumentar seu ritmo. Quando ele percebeu o que ela fazia, ficou muito tentado a deixar, mais queria derramar-se dentro dela, e, pensando nisso, ele delicadamente a fez parar, puxou seu ombro carinhosamente e a beijou, um beijo mais calmo e doce. Lentamente ele inverteu as posições, novamente. Apoiou as costas dela na parede fria, que ela nem sentiu, pois o calor ali era tanto, que nem que estivesse com a temperatura à baixo de zero, eles esfriariam.
Severus pegou uma das pernas dela e, lentamente a puxou para si, enquanto ela encaminhava seu pênis em direção a entrada dela. Num movimento só, ele já estava dentro dela, e, mesmo a posição sendo desconfortável, ele continuou, com movimento ritmados de vai e vêm, primeiro leves, e, com o passar do tempo, eles iam aumentando.
- Era isso que você queria? – perguntou ele, quase sem fôlego para ela.
- Ainda não. – disse ela beijando-lhe a boca com pressa.
Seus movimentos iam aumento, era um bailar dos corpos, ela suava o corpo todo, já Severus suava apenas a testa, foi então que aconteceu: ele a sentiu aperta-lhe com toda a força, chegando num orgasmo violento, e ela apenas sentiu um jarro do liquido mais prazeroso invadi-lhe, enquanto os dois diziam junto:
- Severus! – gritava ela.
- Dora! – dizia ele sôfrego, buscando mais um beijo de sua amada.
Ele ainda permaneceu algum tempo dentro dela, aproveitando aquele lugar acolhedor e quentinho, ali era sua casa, ele sabia.
Ela encostou a cabeça no ombro dele, procurando acalmar sua respiração, e, nesse movimento, o coração dos dois batiam igualmente, como se fossem um a metade do outro.
Severus saiu de dentro dela, subiu suas calças e fechou seu zíper, enquanto via Dora abaixar e pegar seu sobretudo, vestindo-o para se proteger do frio, que só agora eles sentiram.
Ela, após colocar seu sobretudo, percebeu que ele estava observando-lhe. Encostou-se à parede, e colocou seu chapéu coco de volta a cabeça, e, finalmente o encarou, com um sorriso de satisfação no rosto. Sim, ela estava muito feliz, mais impossível.
- E então? Gostou o seu presente de Dia dos Namorados meu amor? – perguntou ele, puxando-a levemente ao encontro dele, diminuindo qualquer espaço que podia haver entre eles, a não ser o das bocas.
Ela ergueu a sobrancelha e disse:
- Se eu gostei? Ahn, digamos que não, não gostei não. – disse ela olhando sarcástica para ele, vendo que ele ficou chateado, ela disse, segurando-lhe o rosto:
- Não gostei não sei bobo, eu amei! – disse ela lhe puxando para um beijo carinhoso, demonstrando o quanto amava aquele homem.
- Fico feliz que amou, pois eu também gostei muito!- disse ele lhe afagando o rosto.
De mãos dadas eles saíram daquele beco e aparataram direto para casa, porque depois de uma noite daqueles, nada melhor que uma bela cama e um corpo quentinho ao seu lado.
MORAL DA HISTÓRIA:
Severus Snape diz: no final das contas, você gostando ou não, sempre fará os desejos e pedidos de sua amada.
FIM
• Autor: Dora Russel
• Shipper:SS/PO
• Classificação:NC-17
• Resumo: Dora tem uma grande fetiche, que, nesses Dia dos Namorados, resolve realizar com seu amado!
• Disclaimer: Tudo da Titia Jô, os outros desconhecidos, são meus!
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Ele estava andando pelas ruas de Londres, sozinho.
Hoje era um dia como todos os outros para ele. Apesar de ser um dia importante para milhares de pessoas, para ele não era um dia tão importante assim. Era dia 12 de julho, dia dos Namorados. “Patético” – era o que lhe vinha na cabeça.
Era noite, deveria ser umas 10h00 ou 11h00, ele já não sabia, estava focado numa bela mulher que estava numa esquina escura. Era linda, estava com um sobretudo, e um chapéu coco, pretos os dois, só que no seu chapéu tinha algumas listras brancas verticais.
Ele estava ainda um pouco longe dela, o suficiente para não ser percebido. Parou e ficou a observá-la. Ela estava encostada na parede, com o chapéu lhe cobrindo os olhos, com uma das pernas apoiada na parede. Na opinião dele, era a pose mais sexy que ele já vira.
Percebeu que a rua estava vazia, sem nenhuma testemunha para o que se aconteceria ali.
Aos poucos, ele foi se aproximando dela, como um caçador atrás de sua presa.
Quando ele estava a alguns passos de distancia dela, ela percebeu sua presença e tirou levemente o chapéu da frente dos olhos, apenas para quem se aproximava.
Não teria palavras, ele a desejava, e teria ela a qualquer custo.
Chegou mais perto dela, e num movimento rápido, puxou seu punho e começou a andar, rapidamente. Ele a levou ate um beco escuro, sem saída, e isso era tudo o que ele precisava.
Ele parou, mais ainda sim não soltou seu punho, ao que ele sabia que ficaria marca, mais era isso que ele queria, marcá-la para faze-lá lembrar-se dessa noite, como a melhor.
Ele a olhou profundamente nos olhos, percebendo a maquiagem forte, que só realçava os olhos azuis, e o quão bela era quando o vento soprava-lha os cabelos pretos como a noite, lisos e lindos. Percebeu que ela estava ofegante, com os lábios vermelhos, levemente abertos e com a face rosada. Isso só o excitou ainda mais.
Ela, quando percebeu as intenções dele, deu o seu sorriso mais pervertido, mais safado que pode, e mordeu levemente seu lábio inferior, como que esperando uma reação do homem a sua frente.
Ele não se controlou com aquilo, ela queria mais, e ele simplesmente não poderia negar.
Num ato, que muitos diriam ate que bruto, ele a puxou com força para si, e tomou violentamente seus lábios carnudos.
Ela até tentou resistir, mas não conseguiu, pois uma língua hábil pedia passagem em sua boca, enquanto uma mão possessiva segurava-lhe o pescoço, algo que ela não podia resistir. Suas línguas se encontraram e não, elas não bailavam, elas lutavam por quer controlaria uma luta que se tornava incrivelmente gostosa.
Eles estavam ficando sem ar, então, num ato desesperado, Severus passou a beijar-lhe o pescoço, primeiro beijava e depois mordia, a enlouquecendo, e fazendo-a pedir por mais, isso porque a noite só tinha começado.
Ele a afastou um pouco, recebendo um suspiro de desaprovação, e com isso um sorriso pervertido apareceu em sua face. Ele deu apenas um único passo para trás, para conseguir tirar o sobretudo dela, que, na opinião dele, era pano de mais.
Quando ela percebeu suas intenções, se afastou dele, e começou a tirar sensualmente o sobretudo, mostrando sua bela lingerie. Era preta, com laços finos que prendiam do lado, e, quando acabou de se despir, sentiu o ar frio, e seu corpo se arrepiou todo, fazendo com que um suspiro longo escapasse da garganta de Severus.
Ele a tomou novamente para si, com um único puxão, fazendo um leve barulho quando os corpos se chocaram, a beijando novamente, e definitivamente quem controlava a situação agora era ele. Ele passava as mãos ages pelo corpo dela, numa caricia violenta e ao mesmo tempo carinhosa.
Ela começou com uma leve caricia nas costas dele, ao que logo desceu para a bunda, e num leve apertão ele gemeu em sua boca. Nessa hora ela sentiu que ele era dela, e não tinha mais como correr, nem se esconder. Estava tão excitada que chegava a doer. Queria senti-lo dentro de si, num movimento frenético, queria gozar junto com ele, e teria isso.
Severus ouviu os pensamentos dela, e interrompeu as caricias no pescoço, que estavam sendo direcionado aos seios, a olhou e disse:
- Diga isso, em voz alta. – disse ele roucamente, fazendo-a arrepiar-se
Ela sorriu-lhe maliciosa, já sabendo o que ele tinha feito, então, ela o puxou para bem perto, e enlaçou sua perna direita nele, sem deixar qualquer chance dele escapar, como se ele quisesse... Chegou perto de seu ouvido e disse algo, pela primeira vez na noite:
- Eu estou louca por você, quero sentir todo o seu “instrumento” – brincou ela – dentro de mim, quero gozar com você, quero ser sua puta essa noite. - terminou ela, com um sorriso cínico brincando nos lábios.
Ele gemeu com essa afirmação, e a apertou mais contra si, pegando-a rapidamente no colo e a levando para a parede mais próxima. Ele encostou-a brutalmente na parede, fazendo-a gemer de dor e de prazer, esse era o som mais maravilhoso para ele.
Ele olhou profundamente nos olhas dela, e o olhar sôfrego que viu foi tudo que precisava.
Desceu sua mão a um dos seios dela, e afastou o sutiã de renda preta para o lado. Desceu-a levemente de seu colo, e desceu o rosto, só para ficar na altura de seu seio, e ali ele a enlouqueceu totalmente. Ele intercalava entre mordidas, leves assopros e lambidas.
Ela gemia cada vez mais alto, até que não aguentou mais e disse, puxando a cabeça dele pelos cabelos, sem a menor delicadeza:
- Quero você, e tem que ser agora! – pediu ela desesperadamente, sem aguentar mais as torturas dele.
Ele lhe sorriu cinicamente e disse:
- Ainda não, quero ver você totalmente fora do controle. – e, dizendo isso, ele desceu uma mão ate seu baixo ventre, afastou brutalmente a calcinha minúscula que ela usava, e sem pedir permissão e nem nada, a penetrou com dois dedos. Ele fazia movimentos de vai e vem, e com seu polegar, massasseagava seus clitóris, que, à uma hora dessas, estava tão sensível que, a qualquer toque, ela já ia a mil de tanto prazer.
Ele via como ela fechava e abria os olhos, sentindo agora os seus três dedos dentro dela, via como seu rosto estava vermelho, e sentiu que agora era a hora. Seu pênis não agüentava mais de tanta pressão, e sentiu que não duraria muito mais.
Ele tirou seus dedos de lá, e quando ela abriu os olhos com um muxoxo de reclamação, ela o viu levando seus três dedos a boca, e lambendo-os de uma maneira incrivelmente sexy.
Ele sorveu ate não poder mais o liquido que estava em seus dedos, vendo o quanto isso mexeu com ela, começou a abrir o zíper de suas calças, mais foi interrompido por mãos habilidosas, que, pegando no seu pulso, inverteram a posição, e agora quem estava encurralado era ele.
Ela viu a expressão de susto no rosto dele, e disse cínica e roucamente para ele:
- Agora quem será torturado é você. – terminou ela, com a mão já dentro de sua cueca, massageando lenta e dolorosamente seu membro.
Ela viu o quão “duro” ele já estava, e se divertiu com a idéia que teve, e, num pensamente louco, resolveu colocá-lo em pratica, descendo as calças e a cueca dele ate os joelhos, dizendo:
- Agora você vai ser meu Lollipop! – disse ela rindo da cara de surpresa dele, e logo depois, com a aprovação que ele vez, apenas com um olhar.
Ela deu um leve selinho nele e disse:
- Você quer? – enquanto fazia o caminho ate a orelha dela, beijando, lambendo, mas não se esquecendo nunca de torturá-lo com um vai e vem de suas mãos em seu membro.
Ele deu um gemido em resposta.
- Não ouvi! – respondeu ela cinicamente, se vingando da tortura que ele lhe fizera passar, mais ao mesmo tempo, quase explodindo de prazer, assim como ele também deveria estar.
Ele a olhou e percebeu que não teria nada enquanto não pedisse, então, conformado com isso, ele disse:
- Eu sei o que você quer, quer me lamber que nem um pirulito, você adora isso, – disse ele cada palavra sem piscar e sem acabar com o contato visual entre eles – pois então eu sou todo seu. Pode me lamber como um Lollipop, eu sou seu pirulito agora. – terminou ele pegando os cabelos dela e puxando para um beijo violente, que durou pouco, mais tirou totalmente o fôlego de ambos.
Ela deu mais uma mordida no lábio inferior dele, e, não se aguentando mais, ela desceu e ficou de cocurutas, a posição mais confortável possível ali. Ela pegou o membro ereto dele, e mais ereto era realmente impossível, e com o seu belo sorriso pervertido, ela começou a lambê-lo, e fez dele como o seu Lollipop.
Ela lambia desde a pontinha ate o fim. Ficou muito tempo nisso, lambendo ele como se lambe um pirulito.
Ele gemia, pedia baixinho por mais, mas queria vê-la se divertindo com o “seu” pirulito. Ela estava cansada dessa brincadeira, e, num movimento rápido, colocou tudo o que conseguia na boca, fazendo movimentos de vai e vem como numa penetração.
Ela percebeu que ele não aguentaria por muito tempo, e começou a aumentar seu ritmo. Quando ele percebeu o que ela fazia, ficou muito tentado a deixar, mais queria derramar-se dentro dela, e, pensando nisso, ele delicadamente a fez parar, puxou seu ombro carinhosamente e a beijou, um beijo mais calmo e doce. Lentamente ele inverteu as posições, novamente. Apoiou as costas dela na parede fria, que ela nem sentiu, pois o calor ali era tanto, que nem que estivesse com a temperatura à baixo de zero, eles esfriariam.
Severus pegou uma das pernas dela e, lentamente a puxou para si, enquanto ela encaminhava seu pênis em direção a entrada dela. Num movimento só, ele já estava dentro dela, e, mesmo a posição sendo desconfortável, ele continuou, com movimento ritmados de vai e vêm, primeiro leves, e, com o passar do tempo, eles iam aumentando.
- Era isso que você queria? – perguntou ele, quase sem fôlego para ela.
- Ainda não. – disse ela beijando-lhe a boca com pressa.
Seus movimentos iam aumento, era um bailar dos corpos, ela suava o corpo todo, já Severus suava apenas a testa, foi então que aconteceu: ele a sentiu aperta-lhe com toda a força, chegando num orgasmo violento, e ela apenas sentiu um jarro do liquido mais prazeroso invadi-lhe, enquanto os dois diziam junto:
- Severus! – gritava ela.
- Dora! – dizia ele sôfrego, buscando mais um beijo de sua amada.
Ele ainda permaneceu algum tempo dentro dela, aproveitando aquele lugar acolhedor e quentinho, ali era sua casa, ele sabia.
Ela encostou a cabeça no ombro dele, procurando acalmar sua respiração, e, nesse movimento, o coração dos dois batiam igualmente, como se fossem um a metade do outro.
Severus saiu de dentro dela, subiu suas calças e fechou seu zíper, enquanto via Dora abaixar e pegar seu sobretudo, vestindo-o para se proteger do frio, que só agora eles sentiram.
Ela, após colocar seu sobretudo, percebeu que ele estava observando-lhe. Encostou-se à parede, e colocou seu chapéu coco de volta a cabeça, e, finalmente o encarou, com um sorriso de satisfação no rosto. Sim, ela estava muito feliz, mais impossível.
- E então? Gostou o seu presente de Dia dos Namorados meu amor? – perguntou ele, puxando-a levemente ao encontro dele, diminuindo qualquer espaço que podia haver entre eles, a não ser o das bocas.
Ela ergueu a sobrancelha e disse:
- Se eu gostei? Ahn, digamos que não, não gostei não. – disse ela olhando sarcástica para ele, vendo que ele ficou chateado, ela disse, segurando-lhe o rosto:
- Não gostei não sei bobo, eu amei! – disse ela lhe puxando para um beijo carinhoso, demonstrando o quanto amava aquele homem.
- Fico feliz que amou, pois eu também gostei muito!- disse ele lhe afagando o rosto.
De mãos dadas eles saíram daquele beco e aparataram direto para casa, porque depois de uma noite daqueles, nada melhor que uma bela cama e um corpo quentinho ao seu lado.
MORAL DA HISTÓRIA:
Severus Snape diz: no final das contas, você gostando ou não, sempre fará os desejos e pedidos de sua amada.
FIM
Dedicatoria- Lollipop
Oiie pessoal!
Então, a mais ou menos uma semana atrás, um grande amigo meu me pediu que publicasse minha fanfiction do Dia dos Namorados aqui!
Eu pensei sobre o assunto, e resolvi postá-la aqui!
Então, essa fic é dedicada exclusivamente a você Fênix!
Então, a mais ou menos uma semana atrás, um grande amigo meu me pediu que publicasse minha fanfiction do Dia dos Namorados aqui!
Eu pensei sobre o assunto, e resolvi postá-la aqui!
Então, essa fic é dedicada exclusivamente a você Fênix!
Dia dos Namorados
Oiie pessoal, tudo bem que já está noite, mais gostaria de desejar-lhes um Feliz Dia dos Namorados!
Hoje é um dia de muita felicidade para uns, de tristeza para outros, mais um dia muito bonito, pois a alegria dos namorados te contagia de uma tal maneira que até os solteirões ficam felizes!Não tenho muito que falar sobre esse dia, só espero que tenham sido muito bom para vocês, pois para mim foi muito ótimo, e espero que se o dia não foi, que pelo menos a noite seja! ù.u
Bejokas, e até mais!
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Conta no Nyah!
Oiie pessoal, hoje só passei aqui para divulgar uma conta minha no Nayah Fanfictions!
É um lugar onde se pode postar peomas, fics, histórias originais, enfim de um tudo, então, quem quiser, dá uma passada lá, não precisa ser cadastrado para ler!
Aqui está o link: http://fanfiction.nyah.com.br/srtarussel
Espero que gostem do site!
Bejokas!
É um lugar onde se pode postar peomas, fics, histórias originais, enfim de um tudo, então, quem quiser, dá uma passada lá, não precisa ser cadastrado para ler!
Aqui está o link: http://fanfiction.nyah.com.br/srtarussel
Espero que gostem do site!
Bejokas!
Assinar:
Comentários (Atom)












